Para André Malraux (1901-1976), escritor francês, crítico de arte e político ativista,
“não havia limites entre a arte e a realidade”.
Talvez por isso tenha criado o Museu Imaginário, para que pudesse conviver a experiência com a criação, a realidade e a ficção, a importância das grandes obras de arte a singeleza e a singularidade daquilo que nós, homens, criamos mentalmente e visualizados como sendo “nossa grande obra”.
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