segunda-feira, 11 de abril de 2011

A  cibercultura e o povo do campo

Cibercultura é o que se vive hoje.
È a sociedade do conhecimento, da informação.
 
Os povos do campo vivem o tempo de cibercultura? Sim!
Através dos novos conhecimentos inerentes aos aparelhos que fazem parte do dia-a-dia, como telefones celulares, antenas parabólicas, computadores e o maquinário agrícola com computadores de bordo que trazem informações e conhecimentos múltiplos. E através do pensamento coletivo, inteligente e globalizado, estão mudando atitudes e pensamentos.
Como são afetados pela cibercultura? Com a cibercultura  os povos do campo podem criar, recriar e reorganizar o seu espaço social. Até pouco tempo, esses povos apenas “recebiam passivamente” as informações dos meios de comunicação existentes, mas, com as novas tecnologias já podem interagir, comunicar-se, diversificar pensamentos e atividades.
Como pode ser a relação entre os povos do campo e cibercultura de modo a ser benéfica para cada cidadão desses povos? Cada produtor rural grande ou pequeno que usa a internet como ferramenta de troca de experiências, que compra, que vende sem sair de casa está se beneficiando da cibercultura. E quando usar a tecnologia para adquirir conhecimentos técnicos e científicos capazes de ampliar as fronteiras para o desenvolvimento, sem ferir e transformar suas características e maneira de viver, usando a cibercultura como aliada melhorando a qualidade de vida.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Mensagem: A ARTE DE SER FELIZ

A Arte de ser feliz

Acorde todas as manhã com um sorriso.

Esta é mais uma oportunidade que você tem para ser feliz.

Seja seu próprio motor de ignição. O dia de hoje jamais voltará.

Não o desperdice, pois você nasceu para ser feliz!

Enumere as boas coisas que você tem na vida.

Ao tomar consciência do seu valor, você será capaz de ir em frente com muita força, coragem e confiança!

Trace objetivos para cada dia.

Você conquistará seu arco-íris, um dia de cada vez. Seja paciente.

Não se queixe do seu trabalho, do tédio, da rotina, pois é o seu trabalho que o mantém alerta,

em constante desenvolvimento pessoal e profissional, além disso o ajuda a manter a dignidade.

Não se deixe vencer, não seja igual, seja diferente.

Se nos deixarmos vencer, não haverá surpresas, nem alegrias.

Conscientize-se que a verdadeira felicidade está dentro de você.

A felicidade não é ter ou alcançar, mas sim dar.

Estenda sua mão. Compartilhe. Sorria. Abrace.

A felicidade é um perfume que você não pode passar nos outros sem que o cheiro fique um pouco em suas mãos.

O importante de você ter uma atitude positiva diante da vida, ter o desejo de mostrar o que tem de melhor...

O tempo para ser feliz é agora.

O lugar para ser feliz é aqui!

(Compartilhada com a TPEC Norma Denise)
EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO – PASSADO E PRESENTE

A Educação e a Comunicação sofreram grandes mudanças desde os anos setenta, aproximadamente, no Brasil. E aqui no município de Sant’Ana do Livramento, apesar da grande distância da capital e dos grandes centros educacionais,  essas mudanças também chegaram.
A educação era tecnicista, voltada aos interesses do estado, rígida, buscava através da disciplina resolver problemas como abandono dos bancos escolares e falta de qualificação para o mercado de trabalho, e ao mesmo tempo era uma educação sinônima apenas de aprendizado.
A comunicação, aos poucos, foi abrangendo a área do conhecimento, auxiliando, propiciando novas formas de usar a tecnologia como recurso educacional, adequando-se às realidades das comunidades, professores e educandos.
A escola antes tradicional, com seus conteúdos programados e fechados em livros, foi aos poucos aprendendo a usar a tecnologia como uma nova, atraente e eficaz ferramenta para pensar e praticar a educação de outra forma, mais adequada, crítica, reflexiva, livre e principalmente participativa e igualitária.
Programas educacionais foram criados, como os cursos à distância, o MOBRAL (Movimento Brasileiro de Alfabetização), depois o Supletivo e o EJA (Educação Para Jovens e Adultos) e outros, usando os meios de comunicação como instrumento educativo.
O rádio e a televisão tornaram-se cada vez mais populares, abrangendo um número cada vez maior de audiência.
Aos poucos foi sendo constatada a grande influência das comunicações sobre a sociedade em geral, mas principalmente entre a juventude, e nos meios educacionais, onde mais a relação comunicação/educação causou impacto.
Os meios de comunicação passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas, e nas escolas abriu o diálogo através de uma transformação social, com maior participação e cidadania. A comunicação através das novas tecnologias transforma e modifica atitudes e pensamentos.




                          
                                                             

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Para lêr, admirar e refletir

“PIPOCAS DA VIDA”
“Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser
milho para sempre. Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando
passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida
inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza
assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu
jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que
nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um
filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade,
depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a
possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela,
lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora
chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada
em si mesma, ela não pode imaginar um destino
diferente para si. Não pode imaginar a transformação
que está sendo preparada para ela. A pipoca não
imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso
prévio, pelo poder do fogo a grande transformação
acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente
diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca
que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas
que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa
do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho
que não estoura. No entanto, o destino delas é triste,
já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se
transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém. ”
(Rubem Alves - 'Biografia' - 1933/**

EU QUERO SER A PIPOCA! não o piruá.

sábado, 2 de abril de 2011

                                                  ENTARDECER NA FRONTEIRA


Aqui em nossa terra temos uma das mais belas paisagens do pampa gaúcho.
É quando o sol se esconde por detrás de uma coxilha,
anunciando uma noite estrelada...
uma madrugada gelada...
e um amanhecer anunciado pelo canto dos Quero-quero
e o relincho dos cavalos Crioulos chamando os peões pra lida.

ONDE VIVO

HISTÓRIA DO LOCAL ONDE VIVO
É com orgulho que escrevo sobre o lugar onde vivo, na mais irmã das fronteiras, Santana do Livramento (Brasil) e Rivera (ROU). Quando falo de Livramento leia-se sempre Livramento/Rivera, pois sendo irmãs nossas duas cidades são o reflexo uma da outra, porque vivemos e andamos pra lá e pra cá livremente, na maior paz.
Aqui, os turistas fazem a festa, no lado de cá temos hotéis, restaurantes, etc., No lado de lá os famosos free shoppings, onde encontramos mercadorias de procedência legítima e bom preço como se estivéssemos em Miami ou Paris.
Aos domingos gostamos de tomar chimarrão no Lago Batuva ou na Avenida Sarandi em Rivera, tanto faz!
É aqui na vastidão do pampa que temos os maiores rebanhos bovinos e ovinos, também temos os mais lindos cavalos Crioulos, orgulho da gauchada que desfila “em peso” no 20 de Setembro na mais pura tradição.
E como ponto histórico tem a “Casa de Passagem de Davi Canabarro”, personagem marcante da Revolução Farroupilha. Assim como também muitas estâncias que serviram de abrigo aos farroupilhas.
Com o clima favorável que temos, muita luminosidade e muito frio, com grandes geadas, estamos produzindo as melhores uvas, portanto, teremos os melhores vinhos.
Enfim, eu costumo dizer que Livramento é uma terra abençoada por Deus, porque não temos vulcões, montanhas que deslizam nem rios que causam enchentes, e temos “a melhor água do mundo”, pois podemos abrir a torneira e tomar sem medo, como falam as pessoas mais antigas que me ajudaram nessa conversa: _” o Cerro do Registro é um enorme reservatório d’água”, porém hoje sabemos que essa água maravilhosa é o Aqüífero Guarani que nos oferece.
Nossa cidade cresceu, com novos loteamentos, construções de prédios e condomínios. Eu e meus irmãos crescemos em um lugar maravilhoso, rua de terra, sem calçada, cerca de arame, muitas árvores... A casa era simples, de madeira, mas abrigava nossa família com muito amor. Nas horas de brincadeiras com a gurizada da vizinhança corríamos à vontade, porque os carros eram bem poucos e não ofereciam perigo algum. Em poucos minutos estávamos na escola, ou melhor, no Grupo Escolar Professor Chaves recém construído, tínhamos o maior orgulho de nosso colégio novo.
Eu tenho o privilégio de morar no mesmo bairro que cresci, claro que houve mudanças... As ruas antes de terra (onde brincávamos sem perigo) agora são asfaltadas e iluminadas. Perto do Parque da Hidráulica (DAE) e das escolas que estudei.
Inclusive, onde construíram os prédios que moro (imagem nº5), conheci quando era apenas campo, com árvores enormes, onde os meninos jogavam futebol.
Hoje o terreno abriga oito prédios com dezenas de famílias. Mas eu sei como foi no passado, e ainda conheço pessoas que como eu viram essas mudanças acontecerem, estamos por aqui!
Boas lembranças...
E o povo? Só gente boa, corajosa e gaúcha barbaridade!



HISTÓRIA DA MINHA VIDA

Sou Mariza, trabalho com séries iniciais em uma escola do estado.
Sou formada em Tecnologia Agronômica, o que me proporcionou ser contratada do município por 15 anos, dando aula de Técnicas Agrícolas, com muito prazer.
Sempre gostei das coisas do campo, da natureza, e de trabalhar com crianças e jovens da campanha.
Entendo que a educação deva fixar os filhos junto a seus pais, na sua terra e não afastá-los, crescendo e produzindo.